O que mindfulness tem a ver com felicidade?

Olá,

Contribuí em um artigo sobre mindfulness e felicidade. Será que a prática da atenção plena torna a pessoa mais feliz e satisfeita? Segue um trechinho abaixo e o link para a matéria completa.

“Nessa vida, um dos nossos grandes dilemas é encontrar a felicidade. Enquanto isso, carregamos tudo o que precisamos nessa jornada – objetos úteis, objetos queridos – mas também um conteúdo invisível: julgamentos, representações, expectativas, mágoas. O peso a carregar dependerá da quantidade acumulada ao longo do caminho. Talvez a busca pela felicidade, adotando a perspectiva do mindfulness, passaria pelo ato de conhecer tudo o que levamos conosco. Para, quem sabe, avaliarmos se queremos dispensar algo na próxima curva”.

Este texto foi publicado originalmente no site Felicidade Sustentável. Clique aqui para continuar lendo.

Até mais!

 

Filme Divertidamente

divertidamente

Olá,

Primeiro, atenção! Aqui comento cenas do filme, spoiler na veia! Se preferir, assista primeiro ao filme para conhecer a história.  :)

Considero a realização e divulgação do filme Divertida Mente um ato de coragem! O filme trata da história de Riley, uma adolescente que passa por diversas experiências quando sua família muda-se de uma cidade para outra dos Estados Unidos. O turbilhão de emoções da menina que, além da mudança de cidade, passa pelas transformações típicas da adolescência, é apresentado no filme de forma muito madura, mas também divertida.

Para a realização do filme, o pesquisador Paul Ekman foi consultor científico do filme para orientar quanto à abordagem das emoções na mente humana. Seu trabalho investiga como nos afetamos pelas emoções e como elas atuam no nosso organismo.

Como psicóloga, tenho como principal material de trabalho justamente as emoções. Anos e anos observando o comportamento e a mente humana, e tentando pensar no melhor caminho rumo ao autoconhecimento. No filme, vemos o comportamento de cada emoção: raiva, alegria, tristeza, nojo e medo. Em um primeiro momento, tenderíamos a gostar mais da alegria: mais bonita, vibrante, engraçada, boazinha. E aí penso que o filme ganha os meus louros.

A protagonista do filme é a… Tristeza. Sim. Azulzinha, cabisbaixa, um tanto pessimista. Mas, na aventura que se desenrola no filme, onde Tristeza e Alegria entram no subconsciente de Riley e conhecem todos os conteúdos mais secretos da menina, que percebemos a riqueza do filme (e percebemos uma grande chave para o nosso caminho de autoconhecimento).

A sociedade de consumo é conhecida por destacar como principais características a alegria, a aceleração, a intensidade. Portanto, nessa sociedade não existe espaço para o inverso: tristeza e vagarosidade. O desfecho do filme nos apresenta o reconhecimento da tristeza,  de seu valor e  importância na vida de Riley, como a chave para a integração psíquica da menina.

Em minha experiência pessoal e profissional, percebo o mesmo caminho. Quando reconhecemos todas as nossas emoções, quando aceitamos a sombra que Jung conceituou, o inconsciente e a repressão conceituados por Freud, então podemos nos integrar. Podemos viver de forma autêntica. Nossa vida é uma palheta de cores, vamos do branco ao preto todos os dias. Precisamos de sabedoria para identificar esses movimentos e dosarmos nossas reações cotidianas.

A tristeza é tão importante quanto a alegria. A doença é um sinal da saúde. E assim vamos integrando e caminhando. Desintegrando e reintegrando, do caos a ordem. Todos os dias.

3 atitudes que vão melhorar a sua experiência de morar fora do Brasil

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Olá,

Contribuí com o blog do Zenklub em um artigo sobre a experiência de morar fora do Brasil. Para além das receitas mágicas, um convite para mergulhar no seu caminho de autoconhecimento. Segue um trechinho abaixo e o link para a matéria completa.

“Se conhecer melhor vai te fazer entender também o que incomoda, o que e por quê faz falta e como suprir todas essas necessidades quando você vai morar fora do Brasil (ou aceitar que algumas saudades nunca vão passar e ficar bem com isso). “Ao voltar a atenção a si, abre-se a possibilidade de perceber quais recursos você pode utilizar para se apoiar, pensando nas suas reais necessidades. Nestas experiências de afastamento da cidade natal, tendemos a entrar mais em contato com nós mesmos, ficando mais evidente o que realmente importa para a nossa felicidade. Ao identificar o que nos importa, podemos finalmente ir atrás disso”, diz a psicóloga e coach Claudia Comaru, que atende por vídeo-chamada no Zenklub, plataforma que oferece consultas online”.

Este texto foi publicado originalmente no blog do Zenklub. Clique aqui para continuar lendo.

Até mais!

Cursos de Abril e Maio

pergunta

Olá!

O mês de abril já começou com novidades! Dois cursos fresquinhos para pensarmos sobre autocuidado e saúde, em São Paulo.

Curso “Mindfulness no cotidiano”, no Leela Yoga

O curso tem o objetivo de apresentar algumas técnicas de mindfulness para quem tem curiosidade sobre o assunto. Três dias de teoria e prática sobre as práticas de atenção plena e como incorporá-las ao cotidiano. Este curso é voltado para a prática do autocuidado.

No Leela Yoga, Rua Monte Alegre, 695 – Perdizes.

[Dias 25, 26 e 27 de abril, de 20:00 às 22:00hs]

Informações e inscrições em contato@claudiacomaru.com.br


 

Curso “Saúde mental nas empresas: Prevenir, promover ou remediar?”, no CETAT

O curso tem o objetivo de trazer a lógica da promoção da saúde para a seara das instituições com reflexões que estimulem o autocuidado. A partir da apresentação de conceitos e práticas, o objetivo do minicurso é instrumentalizar o profissional a pensar novas estratégias para abordar a saúde mental no trabalho.

No CETAT, Rua Dr. José Queiros de Aranha, 19 – cj.322 – Vila Mariana.

[Dia 06 de maio, de 08:00 às 18:00hs]

Informações e inscrições em www.cetat.com.br ou pelos telefones (011) 3796-1327 e WhatsApp (11) 97049-5378.

Até mais!

Congresso Online

congressonline

Olá,

De 27 de março a 2 de abril acontecerá o 1o Congresso sobre autoconhecimento, inteligência emocional e desenvolvimento pessoal. Um evento 100% online e gratuito em que você se inscreve pelo site clicando aqui. Após a inscrição, você receberá os links para as palestras na semana do congresso.

Terei o prazer de contribuir nesse movimento com a palestra “Autocuidado: de si para o outro”. Nela, falarei um pouco sobre como percebi que o autocuidado pode ser o início de um processo que precisa alcançar a esfera relacional, o contato com o outro. É nas relações que temos a oportunidade de sermos melhores a cada dia. A partir das experiências do cotidiano temos as chaves para o nosso autoconhecimento.

Quer saber mais? É só se inscrever no Congresso e aguardar a divulgação da minha palestra.

Até mais!

Inteligência emocional nas empresas

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Olá,

Contribuí em um artigo sobre a importância da inteligência emocional nas empresas. Uma forma de desenvolver o autoconhecimento no ambiente de trabalho. Segue um trechinho abaixo e o link para a matéria completa.

“Mas, o que os profissionais podem fazer por si mesmos quando as habilidades mais exigidas não são competências ensinadas em cursos de graduação ou especialização? A resposta é desenvolver a chamada Inteligência Emocional (IE), habilidade já tão valorizada por gestores e recrutadores. ‘Profissionais com inteligência emocional tendem a tomar decisões mais conscientes do que aqueles que não possuem. Consequentemente podem fazer escolhas profissionais mais alinhadas com o seu propósito, sentindo-se mais satisfeitos com seu trabalho’, afirma a psicóloga, coach e especialista em saúde do trabalhador Claudia Comaru, que atende por videochamada no Zenklub”.

Este texto foi publicado originalmente no blog do Zenklub. Clique aqui para continuar lendo.

Até mais!

Se conhecer dá trabalho (mas vale a pena)

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Olá,

No mundo das fórmulas mágicas, onde tudo tem solução (e uma solução rápida), ao falar de autoconhecimento é preciso ter cautela. Em primeiro lugar, preciso lembrar que estamos na era em que cada segundo vale ouro! A comida fast food, a comunicação acelerada por aplicativos, muitas fotos curtidas por minuto, a mediação de conflitos resolvida à jato… mas, e no nosso mundo interno? Será que o tempo para se conhecer e lidar com as nossas questões é o mesmo? Respondo prontamente que não. Não necessariamente.

Este texto foi publicado originalmente no blog do Zenklub. Clique aqui para continuar lendo.

Até mais!